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Passados 12 anos desde a sua criação, o Bitcoin já conquistou uma fama considerável ao redor do mundo. No entanto, assim como qualquer outra tecnologia, ele ainda desperta várias dúvidas. Muitas pessoas ainda não entendem muito bem o que é o Bitcoin, outras não sabem como usá-lo ou armazená-lo. Por isso, resolvemos listar e responder as 9 perguntas mais frequentes sobre a criptomoeda mais famosa e valiosa do mundo. Confira!

1 – O que é o Bitcoin?

O Bitcoin é uma moeda digital que se tornou conhecida como um “ativo financeiro”, algo que pode ser comprado ou vendido por meio de empresas especializadas (conhecidas como “corretoras” ou “exchanges”) e que, se negociado habilmente (quando se compra e vende nos momentos certos), pode dar lucros às vezes maiores e mais rápidos do que qualquer outro tipo de investimento. 

Mas o real conceito do Bitcoin é muito maior do que isso. É a “moeda da internet”, criada e operada por uma rede global de voluntários sem nenhum vínculo formal entre eles ou com qualquer governo, país ou instituição. 

Através de uma inovação tecnológica chamada “blockchain” (semelhante a um “diário oficial” escrito a muitas mãos, com resolução automática de divergências), todas as transações de Bitcoin são publicamente auditadas em tempo real, de forma que qualquer participante ou mesmo observador externo possa ter certeza de que ninguém trapaceou, em nenhum momento. 

Qualquer violação das regras do sistema é detectada e descartada automática e instantaneamente. Isso torna o Bitcoin o primeiro sistema de transferência de valor em escala global em que a auditoria vem antes da transferência. 

De fato, no Bitcoin, o sucesso de uma transferência está condicionado ao sucesso da auditoria. Se a auditoria encontra alguma anormalidade, a transação simplesmente não se completa. Todos os sistemas inventados antes dele funcionam exatamente ao contrário: a transferência é feita primeiro e a auditoria é feita depois. Por isso mesmo, são sempre passíveis de falhas ou omissões.

2 – Onde comprar Bitcoin?

Existem diversas maneiras de se adquirir a criptomoeda e, ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, fazer isso não é tão complicado. A atividade é totalmente legalizada em nosso país e é feita por diversas plataformas. Confira:

Exchanges: as corretoras de criptomoedas, também chamadas de exchanges, são empresas que intermediam as negociações com moedas digitais.

P2P: você também pode realizar uma negociação individual de compra e venda de criptomoedas, sem a necessidade de haver alguma empresa intermediando o processo.

Mercado Over the Counter (OTC): este mercado é voltado para pessoas (ou empresas) que desejam negociar altos volumes de Bitcoin.

Zro Bank: por meio do nosso aplicativo, você pode converter suas moedas de Real para Bitcoin em questão de segundos. Atualmente, esta é a maneira mais rápida, prática e segura de adquirir a moeda digital. O app também funciona como wallet, uma carteira para você armazenar as suas criptomoedas.

3 – Para que serve o Bitcoin?

Como já dissemos, o Bitcoin tem a mesma funcionalidade de qualquer outra moeda tradicional. Além disso, a criptomoeda também serve como opção para quem deseja diversificar sua carteira de investimentos.

4 – Existem outras criptomoedas além do Bitcoin?

Sim, centenas delas. A maioria delas são imitações ou clones do bitcoin que pouco ou nada agregam e cuja expressividade de mercado é insignificante.

Algumas poucas, como Namecoin, Bitcoin Cash, Ethereum, Litecoin, Dash, Monero, ZCash, oferecem recursos inovadores que as fazem ter adoção expressiva, embora ainda menor que a do Bitcoin. 

Existem ainda muitas criptomoedas que foram criadas para o expresso propósito de captar dinheiro para algum tipo de projeto – e, às vezes, infelizmente, golpes ou “pegadinhas” para se aproveitar dos desinformados. 

Portanto,   pesquise   bem   antes   de   comprar   uma   dessas criptomoedas pouco conhecidas.

5 – O Bitcoin tem lastro?

Antigamente, todas as moedas fiduciárias possuíam o seu lastro em ouro, ou seja, seu valor era definido em gramas de ouro. No entanto, essa definição deixou de ser usada desde 1971, quando os Estados Unidos abandonaram este padrão de classificação.

Existem algumas interpretações possíveis sobre o que seria o lastro do Bitcoin, como a própria rede blockchain e a capacidade computacional dos mineradores.

De acordo com a visão do CTO do Zro Bank, Marco Carnut, o lastro do Bitcoin é a existência de muitas pessoas dispostas a pagar por ele.

6 – A quantidade de Bitcoins que existem no mundo é limitada?

Sim. Só serão criados pouco menos de 21 milhões de bitcoins. Mais de 75% desses já foram criados. Os outros   25%   serão   criados   nos   próximos   cem   anos.   A   cada   quatro   anos   (aproximadamente),  a velocidade de criação de novos bitcoins cai pela metade.

7 – Quem criou o Bitcoin?

Como dissemos no início do texto, o Bitcoin foi criado por Satoshi Nakamoto. No entanto, este é apenas um pseudônimo usado por seu ou seus criadores, afinal, até hoje ninguém sabe se foi apenas uma pessoa ou um grupo de pessoas os responsáveis pela criação da moeda digital.

Ao longo dos anos, tivemos diversas especulações sobre a real identidade da pessoa por trás do pseudônimo, no entanto, nenhuma delas foi confirmada.

8 – O que é mineração de Bitcoin?

Como citamos anteriormente, o Bitcoin possui uma oferta fixa de 21 milhões de unidades, mas ao contrário do que você possa pensar, nem todas as unidades estão em circulação por aí. Elas são emitidas constantemente por meio de um processo conhecido como “mineração”, que nada mais é do que resolver códigos criptográficos bem complexos.

Esta mineração é feita por meio de computadores específicos. Quando um deles encontra uma solução, dizemos que um bloco do Bitcoin foi minerado. Como incentivo, todos os mineradores recebem uma quantia de bitcoins por bloco minerado.

Ah, vale destacar também que você não precisa necessariamente ter uma unidade de Bitcoin, ele pode ser fragmentado e você ter apenas “um pedaço” dele.

9 – Vale a pena investir em Bitcoin?

Essa é uma pergunta bastante replicada ao redor do mundo. Desde a sua criação, a criptomoeda obteve uma valorização altamente significativa. Mesmo apresentando uma alta volatilidade, ela demonstra constantemente que é uma ativo que oferece retornos bastante significativos. 

Em 2020, por exemplo, mesmo diante da crise gerada pelo coronavírus, o Bitcoin se recuperou rapidamente e logo se tornou o melhor investimento do ano.

E aí, dúvidas sanadas? Espero que sim. Se você curtiu o conteúdo, compartilhe com seus amigos e continue acompanhando nosso blog!