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Com a promessa de que teremos uma velocidade de download 10 a 20 vezes mais rápida do que a que temos hoje, a quinta geração de internet móvel tem previsão de lançamento em nosso país ainda para este ano de 2020. Mas, na prática, qual é a real diferença que essa tecnologia irá fazer em nossas vidas? Teremos apenas downloads mais rápidos?

Vamos ver as respostas dessa pergunta agora.

Muito mais que downloads

Sim, ok, teremos downloads bem mais rápidos. Inclusive, vários testes comprovam que é possível baixar de 20  a 30 Gb/s, o que é impressionante. Mas, o buraco é bem mais embaixo. A rede será responsável pela conexão permanente de trilhões de dispositivos. Drones, carros autônomos, lâmpadas, tudo, absolutamente tudo estará conectado à rede.

Quer um exemplo de como isso deve funcionar na prática? Vamos lá.

Há a possibilidade de que, em alguns anos, existam sensores em seu lar que irão identificar se há acúmulo de mofo em algum lugar da casa, se algo foi construído de maneira falha, se há vazamento de água ou até problemas elétricos. Ou seja, você não precisará ficar checando nem mesmo se preocupando com nada disso, porque todos esses sensores irão se comunicar por meio da rede 5G.

A internet das coisas

Quando falamos que tudo estará conectado, é tudo mesmo. Com a tecnologia 5G, todo carro terá sua própria conexão à internet. E quando isso acontecer, eles poderão se comunicar automaticamente com outros veículos, com os semáforos ou até com os celulares dos motoristas ao seu redor.

Então, em vez de utilizar sensores para desviar de obstáculos, como já acontece, os carros autônomos saberão exatamente a posição de todas as coisas. É a internet das coisas em outro patamar, em que todo e qualquer objeto que possuímos possui conexão com todo e qualquer outro objeto que possuímos.

Mas por que só no 5G?

Tudo isso só será possível apenas no 5G porque ele consegue suportar uma gigante quantidade de conexões simultâneas: até 1 milhão de aparelhos a cada km2 de área (dez vezes a capacidade do 4g). Além disso, outra vantagem do 5G é a baixa latência, ou seja, o tempo que as antenas ou pontos da rede levam para processar e, se preciso, repassar os dados.

E aí, você pode perguntar: “não dá pra fazer nada disso com a tecnologia que temos hoje?”. A resposta, infelizmente, é não.

Todas as redes que foram criadas antes do 5G não foram pensadas para isso. O 2G foi criado para a voz, o 3G para dados e o 4G para o uso de grandes fluxos de dados, como os streamings que usamos de música e de vídeo. O 5G surge com o objetivo não só de dar conta de um grande fluxo de dados, mas também de uma enorme quantidade de dispositivos conectados entre si.

Vale lembrar que o 4G ainda é uma utopia para muita gente, mas a expectativa de que avancemos mais rápido e de forma mais homogênea para a próxima geração de conexão existe. E que assim seja feito.

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